<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601</id><updated>2011-11-27T17:30:48.004-08:00</updated><title type='text'>Novos Economistas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601.post-8049715286483317913</id><published>2010-01-02T08:19:00.001-08:00</published><updated>2010-01-02T08:19:29.429-08:00</updated><title type='text'>A SOBREVIDA DO NEOLIBERALISMO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;b&gt;Filosofia Econômica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;No ano de 2009 se viram fortes investidas do Estado sobre o mercado em diversas partes do mundo – a maior delas, o controle temporário que foi exercido pelo governo de Obama sobre a GM em meio a crise econômica daquele ano. Estas investidas, na sua maior parte foram reações à crise financeira e, para muitos, começava a representar uma nova face do capitalismo, como um viés socialista, com maior participação do Estado. Pois bem, se enganam profundamente aqueles que assim pensam, pois o neoliberalismo está mais vivo do que nunca, e caminhando a passos largos em várias partes do mundo, numa marcha quase natural na esfera microeconômica dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/Sz9YqLXlYMI/AAAAAAAAAaY/na9d11W6dFQ/s400/interven%C3%A7%C3%A3o+governo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422149958006825154" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 284px; " /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;A ilusão que leva muitos a crerem estar diante de uma nova onda de intervenção estatal (alguns chegam até a sonhar com um novo keynesianismo), está no fato em que os Estados realmente tem atuado de forma intervencionista na esfera macroeconômica, à luz dos holofotes, como foi no caso da GM ou no socorro aos bancos falidos como o Goldman Sachs ou o Deutsche Bank. Mas, na parte mais volumosa e menos evidente da economia, uma forte onda de privatização ou de “modernização administrativa” vem ganhando força. Isto ocorre nos órgãos públicos como secretarias de governo, hospitais, escolas e universidades.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;Na França, a redução do Estado pode ser percebida de maneira particularmente radical na revisão geral de políticas públicas (RGPP). O governo Sarkozy tem estabelecido duras metas, como fechar todas as escolas públicas com menos de 200 alunos em nome da eficiência e dos menores gastos com professores, a privatização do sistema de comunicação e o sistema de metas de eficiência para cada funcionário público nas diversas instâncias, de modo a alterar os padrões de produtividade e consequentemente de demanda por novos funcionários. Além disso, uma série de novos concursos foram cancelados alem da previsão de forte redução do efetivo atual.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;Na Inglaterra, o &lt;i&gt;New Public Management&lt;/i&gt; vem sendo revivido (nasceu na era Thatcher). Esta doutrina que leva em conta as teorias do egoísmo individual das escolas econômicas neo-institucionais, considera que o estado deva se minimizar a fim de que o risco econômico seja transferido gradualmente do Estado para o cidadão. Exemplo disso é o crescente incentivo à competição, seja do privado com o público, seja entre as próprias esferas do poder público, cabendo ao indivíduo saber optar pelos melhores serviços, e logo, se responsabilizando também por uma eventual má escolha. No Chile, na China e nos EUA achamos também exemplos como estes, mesmo que algumas reformas intervencionistas tenham sido feitas à luz dos holofotes, como a mudança no sistema de saúde americano. Provavelmente, em outras partes do mundo também serão encontrados outros exemplos se levarmos essa pesquisa mais a fundo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;No Brasil, a intervenção mantêm-se visivelmente crescente no âmbito macroeconômico, mas a principal pauta que a maioria dos economistas têm apontado é pelas reformas microeconômicas que resolvam problemas de produtividade e flexibilidade de recursos e capital – fatalmente, caímos de novo na tendência de liberalização no âmbito microeconômico, que provavelmente o Brasil não escapará nos próximos vinte anos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;Uma coisa que pode se enxergar do conjunto composto pelo Brasil e os países desenvolvidos como França, Inglaterra e EUA, é que o liberalismo ganha argumentos mais fortes em nações já desenvolvidas, e se mostra como uma tendência futura nos países em desenvolvimento, já que nesses últimos, algumas premissas keynesianas de incentivo ao investimento ainda são válidas (desde que se leve em conta alguns bons conselhos de indivíduos como North e Coase).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;De qualquer forma, o que estas doutrinas neoliberais parecem pecar no que se refere à teoria econômica que enxerga o estado exatamente como solucionador das falhas do mercado, tão visíveis nas esquinas paulistas ou nos morros cariocas. Se o Governo passa a se utilizar do mercado para arcar com esta condição, caímos na condição absurda de que o Estado utiliza o mercado para solucionar as falhas do próprio mercado. Alguns talvez argumentarão que estamos numa fase em que algumas falhas já foram suprimidas, e portanto podemos “devolver” alguns setores à iniciativa privada. Este último argumento é uma idéia válida porém suspeita, já que há um incentivo político ao enxugamento do Estado por parte daqueles que devem tanto como EUA e Reino Unido, e logo não há certeza quanto à real eficiência dessas medidas no longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;imagem fonte:http://desempregozero.org/2008/02/28/&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7951955282865208601-8049715286483317913?l=economistnews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/8049715286483317913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7951955282865208601&amp;postID=8049715286483317913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/8049715286483317913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/8049715286483317913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/2010/01/sobrevida-do-neoliberalismo.html' title='A SOBREVIDA DO NEOLIBERALISMO'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/Sz9YqLXlYMI/AAAAAAAAAaY/na9d11W6dFQ/s72-c/interven%C3%A7%C3%A3o+governo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601.post-1455119441505108589</id><published>2008-11-07T14:12:00.000-08:00</published><updated>2008-11-07T14:28:42.666-08:00</updated><title type='text'>A Punição dos Mercados Financeiros</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;As Dimensões da Crise Econômica Atual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;strong&gt;Crise Econômica Atual&lt;/strong&gt; tem em sua essência o papel do &lt;strong&gt;especulador&lt;/strong&gt;. Mas não vamos julgar aqui se o &lt;strong&gt;especulador&lt;/strong&gt; é bom ou mal à economia, discussão essa antiga e ultrapassada. Entendemos que o &lt;strong&gt;especulador&lt;/strong&gt; é fundamental para a &lt;strong&gt;liquidez do mercado como dizia Keynes&lt;/strong&gt; (ele próprio era um especulador), mas que também foi graças à excessiva ação destes especuladores que a &lt;strong&gt;crise&lt;/strong&gt; se desenvolveu de maneira tão rápida. Mas indo ao que interessa, a crítica que hoje podemos fazer é que, muita gente foi severamente punida pela crise por que quisera brincar de &lt;strong&gt;especulador&lt;/strong&gt; sem sê-lo – lê-se ai &lt;strong&gt;produtores específicos&lt;/strong&gt; que usaram sua &lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt; para especular ganhos em dólar. Ora, não é papel do &lt;strong&gt;produtor&lt;/strong&gt; especular, &lt;strong&gt;produtor tem que produzir&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;especulação&lt;/strong&gt; deve ser deixada para os bancos e afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266045947597688290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SRTA431yDeI/AAAAAAAAAKw/IA5Z5XGBmmw/s320/especula%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todos os &lt;strong&gt;setores produtivos&lt;/strong&gt; têm dois&lt;strong&gt; riscos&lt;/strong&gt; básicos – os &lt;strong&gt;riscos de produção&lt;/strong&gt; (chuva, acidente, intempéries, etc.) e os &lt;strong&gt;riscos de mercado&lt;/strong&gt;, explicitados no &lt;strong&gt;preço&lt;/strong&gt; de compra e venda. O primeiro pode ser apaziguado através dos seguros normais que conhecemos, já o segundo depende de mecanismos mais complexos, porém nem tão mais complexos, como o &lt;strong&gt;hedge e o dólar a termo&lt;/strong&gt;, em outras palavras, depende do &lt;strong&gt;mercado financeiro&lt;/strong&gt; para manter sua segurança. Ao fazer estas travas de segurança do &lt;strong&gt;preço do dólar&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;produtor&lt;/strong&gt; renuncia a possíveis ganhos derivados da &lt;strong&gt;flutuação cambial&lt;/strong&gt;, mas também elimina possíveis perdas. Muitos &lt;strong&gt;produtores&lt;/strong&gt; só enxergaram a renuncia ao ganho, e não enxergaram a seguridade que o &lt;strong&gt;mercado cambial&lt;/strong&gt; poderia oferecer, e hoje, esse mesmo &lt;strong&gt;mercado&lt;/strong&gt; pune estes &lt;strong&gt;produtores&lt;/strong&gt; que exploravam a baixa cotação na obtenção de &lt;strong&gt;insumos&lt;/strong&gt;, estes &lt;strong&gt;produtores&lt;/strong&gt; estavam brincando de &lt;strong&gt;especuladores cambiais&lt;/strong&gt; sem saber. Será que alguma lição será tirada desta época tempestiva?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;imagem fonte:blogdofavre.ig.com.br&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7951955282865208601-1455119441505108589?l=economistnews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/1455119441505108589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7951955282865208601&amp;postID=1455119441505108589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/1455119441505108589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/1455119441505108589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/2008/11/punio-dos-mercados-financeiros.html' title='A Punição dos Mercados Financeiros'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SRTA431yDeI/AAAAAAAAAKw/IA5Z5XGBmmw/s72-c/especula%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601.post-8871223884711996910</id><published>2008-11-06T14:52:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T15:29:51.562-08:00</updated><title type='text'>As Oscilações do Petróleo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As Dimensões da Crise Econômica Atual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, em 06/11/2008, o &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; atinge a casa dos U$56,54 o barril, numa queda diária de 8,05%. Essa mesma &lt;strong&gt;commoditie&lt;/strong&gt;¹ que há menos de seis meses atingia recordes de preço nas principais bolsas do mundo hoje despenca dia após dia junto com as &lt;strong&gt;bolsas globais&lt;/strong&gt;. Do ponto de vista de &lt;strong&gt;oferta e demanda&lt;/strong&gt; simples essa oscilação é explicável, e o &lt;strong&gt;preço do petróleo&lt;/strong&gt; seria apenas mais uma variável refletindo as tendências dos &lt;strong&gt;mercados financeiros&lt;/strong&gt; de retração, mas do ponto de vista institucional, o &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; pode ser visto mais como agente causador da &lt;strong&gt;crise atual&lt;/strong&gt; do que como vítima das graves oscilações da &lt;strong&gt;crise econômica atual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265689388378711410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SRN8mZPbZXI/AAAAAAAAAKo/Xz1HjNPCIe8/s320/petr%C3%B3leo.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se pensarmos que a &lt;strong&gt;crise &lt;/strong&gt;tem como uma das suas fontes a irresponsabilidade da &lt;strong&gt;administração Bush&lt;/strong&gt; quanto aos seus gastos e a consequente elevação da dívida pública, e enxergarmos que grande parte destes gastos está relacionada à &lt;strong&gt;guerra do Iraque&lt;/strong&gt;, fica fácil compreender do que estamos falando. Indo mais fundo, podemos relacionar o &lt;strong&gt;petróleo com a crise dos preços dos alimentos&lt;/strong&gt; que até bem pouco tempo atrás forçou a demanda por crédito que catalisou a derrocada em cadeia das&lt;strong&gt; bolsas&lt;/strong&gt; pelo mundo todo, e isto porque o &lt;strong&gt;petróleo &lt;/strong&gt;faz parte de muitos insumos das &lt;strong&gt;cadeias produtivas agroindustriais&lt;/strong&gt; e a sua alta forçou o preço dessas demais &lt;strong&gt;commodities&lt;/strong&gt;. Sendo que a alta que até o início deste ano se observava para o &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt;, provinha de uma desvalorização do dólar, que, sendo cotado o &lt;strong&gt;barril em dólar&lt;/strong&gt;, fazia com que o &lt;strong&gt;preço do barril&lt;/strong&gt; subisse para manter seu valor. Veja o no gráfico a oscilação do barril ao longo de 2008:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265686824546334082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SRN6RKOJ9YI/AAAAAAAAAKg/8asBWMPxiJo/s320/petr%C3%B3leo.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na medida em que o &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; é mantido como &lt;strong&gt;fonte energética&lt;/strong&gt; soberana ele começa a respingar seus custos sobre o restante da &lt;strong&gt;economia&lt;/strong&gt;, e se pensarmos sobre as questões ambientais de &lt;strong&gt;aquecimento global&lt;/strong&gt; fica claro que esta é uma tendência que tem que ser necessariamente modificada. Mesmo se pensarmos somente sobre os fundamentos de oferta e demanda desta &lt;strong&gt;commoditie&lt;/strong&gt; vemos um cenário não muito promissor institucionalmente, uma vez que a demanda dos &lt;strong&gt;países emergentes&lt;/strong&gt; deve pressionar a sua produção, cuja qual não sabemos em qual real estado se encontra mas cuja qual também, estudos recentes apontam &lt;strong&gt;sérios indícios de escasez&lt;/strong&gt;, temos um risco de reflexos negativos piores que o atual, como paralisações da produção por falta de &lt;strong&gt;energia&lt;/strong&gt; ou até mesmo acirramento de conflitos bélicos pela posse destes recursos. A caixa preta do "petrobussines" corre assim o risco de se transformar numa caixa de Pandora muito em breve.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;¹ Nas relações comerciais internacionais, o termo “commoditie” designa um tipo particular de mercadoria em estado bruto ou produto primário de importância comercial, como é o caso do café, algodão, estanho, cobre, etc ...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;imagem fonte:blog.kir.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7951955282865208601-8871223884711996910?l=economistnews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/8871223884711996910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7951955282865208601&amp;postID=8871223884711996910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/8871223884711996910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/8871223884711996910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/2008/11/as-oscilaes-do-petrleo.html' title='As Oscilações do Petróleo'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SRN8mZPbZXI/AAAAAAAAAKo/Xz1HjNPCIe8/s72-c/petr%C3%B3leo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601.post-5955383936564333</id><published>2008-10-11T19:18:00.000-07:00</published><updated>2008-10-11T19:19:40.129-07:00</updated><title type='text'>A Crise Econômica Atual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ano passado, na minha aula de Economia Brasileira, meu professor perguntou à turma: Quem acredita que a crise dos mercados imobiliarios americanos vai atingir a economia real? Ña ocasião, esse economista que vos escreve foi o unico que levantou a mão... um ano depois, posso dizer que uma ponta de razão tinha nos meus pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256086307753870786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SPFepiJ2xcI/AAAAAAAAAII/xVybaV6uttk/s320/Crise+Economica+Atual.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para muitos, essa ja é a maior crise dos ultimos tempos desde 1929, e se cuidados devidos não forem tomados essa crise pode ainda ganhar dimensões maiores que aquela. Isto porque a dimensão dos agentes envolvidos é muito maior e os mesmos mecanismos que estão fazendo com que a crise ocorra de maneira mais gradual (em 29 e em outras crises ela ocorreu de maneira abrupta) também estão minando as possíveis soluções. A saber: tratam-se dos mecanismos de transação entre os agentes... que são muitos. A crise se estabelece em cada ponto de contato comercial, e ganha força a cada agente que não pode honrrar seus compromissos. Da mesma maneira, tentar solucionar a crise é fazer o caminho contrário tendo que resolver o problema de cada agente, ou ignorar a importância comercial de cada qual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dessa forma, o número de variáveis envolvidas é tal que torna quase impossivel uma reação imediata das autoridades econômicas em contra-tempo ao alastrar da crise. Dados preliminares mais pessimistas apontam um crescimento pela metade da China para o próximo ano e uma desaceleração de 40% da economai americana. Se isto se confirmar a balança comercial brasileria será seriamente afetada, e será questão de tempo para que o emprego e a renda dos brasileiros sejam afetados. Mas sabemos que em economia nunca subimos ne descemos para sempre... mas também devemos saber reconhecer tais momentos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7951955282865208601-5955383936564333?l=economistnews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/5955383936564333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7951955282865208601&amp;postID=5955383936564333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/5955383936564333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/5955383936564333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/2008/10/crise-econmica-atual.html' title='A Crise Econômica Atual'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SPFepiJ2xcI/AAAAAAAAAII/xVybaV6uttk/s72-c/Crise+Economica+Atual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7951955282865208601.post-3060612629252500141</id><published>2008-05-06T09:29:00.000-07:00</published><updated>2008-05-11T10:48:38.584-07:00</updated><title type='text'>O Petróleo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SCCLbprkkVI/AAAAAAAAAEM/gR4d7fPtVss/s1600-h/petroleo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197307277146886482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SCCLbprkkVI/AAAAAAAAAEM/gR4d7fPtVss/s320/petroleo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Costumo dizer que em &lt;strong&gt;economia&lt;/strong&gt; devemos enteder as entrelinhas de cada notícia. Em muitos casos podemos até seguir a regra da &lt;strong&gt;reação de mercado&lt;/strong&gt;, afinal cada notícia de importante fonte é pensada, antes de ser dada, em como ela impactará sobre os agentes economicos em geral. É nesse momento, o da construção da notícia, que devemos remeter nossas mentes quando analisamos alguma &lt;strong&gt;veiculação econômica&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Podemos tomar o caso do &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; como parâmetro de análise. O quão real é a sua &lt;strong&gt;escassez&lt;/strong&gt; que alguns alarmam? O que as novas descobertas recentes no Brasil teriam a expressar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Basicamente devemos conectar as duas noticias comuns dos jornais atuais e observar qua escassez do &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; não é exatamente de ordem física, ou seja, não é exatamente da falta do &lt;strong&gt;líquido negro&lt;/strong&gt; em si, mas do desequilíbrio entre oferta e demanda do bem a ser ajustado pelo preço. O preço que em si carrega a qualificação ou não das novas jazidas descobertas no Brasil, que apenas são viáveis com um patamar de custos pagos elevados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; pode ser observado como os demais bens no sentido de que possui os mesmos &lt;strong&gt;fundamentos econômicos&lt;/strong&gt; que estimulam sua produção ou não. Existe muita mitologia a respeito da política ao redor do petróleo e da sua distribuição, no entanto, a alta dos preços atuais do ativo são o indício de duas possíveis coisas: o &lt;strong&gt;petróleo&lt;/strong&gt; esta sendo ajustado à demanda crescente dos países emergentes através do seu preço, ou a sua oferta está chegando em patamares de &lt;strong&gt;déficit acentuado&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não se tem como obter a resposta certa no momento porque o setor é uma &lt;strong&gt;caixa preta&lt;/strong&gt; na qual nem os maiores produtores sabem da &lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt; de seus vizinhos. Como interpretar as recentes notícias então? Com a cautela de quem navega em águas desconhecidas, porque podemos estar entrado numa era ecônomica diferente de todas as outras.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7951955282865208601-3060612629252500141?l=economistnews.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economistnews.blogspot.com/feeds/3060612629252500141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7951955282865208601&amp;postID=3060612629252500141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/3060612629252500141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7951955282865208601/posts/default/3060612629252500141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economistnews.blogspot.com/2008/05/o-petrleo.html' title='O Petróleo'/><author><name>Gabriel Leão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01293213946039240570</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/THIkqSvheII/AAAAAAAABHQ/QwTITHzK8bQ/S220/IMG0022A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/__bqJjQSFDbs/SCCLbprkkVI/AAAAAAAAAEM/gR4d7fPtVss/s72-c/petroleo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
